quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Carpe Diem

Aqui estou, mais uma vez citando o incrível compositor e cantor Renato Russo, “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há”, para redizer o quanto a vida é curta e como ela e o tempo passam indiferente por nós, sem que possamos fazer nada além de se sentir incapazes, insignificantes.
O que fazer quando se esta cara a cara com a morte, ou o que dizer, ou mesmo o que sentir? A verdade é que cada um tem sua própria resposta, assim como seus desejos, dúvidas e arrependimentos, todos tem algo a dizer e cada um reage ao fim de uma maneira diferente.
Acredito fielmente que a existência da morte não é nada mais do que o melhor motivo para se valorizar a vida, e então vivê-la com tudo o que se tem, aproveitar o dia e a noite; aproveitar os momentos, a companhia das pessoas e então amá-las, amar como se não houvesse depois, amar sem medo; dizer o que deve ser dito, fazer o que deve ser feito e tudo aquilo que não traga arrependimentos.
VIVER VALE À PENA, e saber viver mais ainda, porque mesmo se não houver amanhã, o hoje ainda existe, e isso faz toda a diferença.

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