segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Conto de fadas
Desculpe se muitas vezes eu não sei o que dizer
Se eu pareço um louco, alucinado
Ou um idiota apaixonado
Desculpe se mesmo tão louco eu não sei o que fazer
Desculpe se eu não sou um príncipe encantado
Se minhas palavras não fazem sentido
Se pouca coragem tenho tido
Desculpe se eu muito tenho me desculpado
Abandonei meu cavalo branco e por isso cheguei atrasado
Busquei por seus cabelos, mas esqueci que não é Rapunzel
Enfrentei fadas, bruxas e dragões
Subi e desci montanhas
Tentei ser realeza, porém me tornei real
Tentei ser poeta, mas esqueci as rimas
Fazer o que?
Tudo o que me resta
É o meu amor por você
Se eu pareço um louco, alucinado
Ou um idiota apaixonado
Desculpe se mesmo tão louco eu não sei o que fazer
Desculpe se eu não sou um príncipe encantado
Se minhas palavras não fazem sentido
Se pouca coragem tenho tido
Desculpe se eu muito tenho me desculpado
Abandonei meu cavalo branco e por isso cheguei atrasado
Busquei por seus cabelos, mas esqueci que não é Rapunzel
Enfrentei fadas, bruxas e dragões
Subi e desci montanhas
Tentei ser realeza, porém me tornei real
Tentei ser poeta, mas esqueci as rimas
Fazer o que?
Tudo o que me resta
É o meu amor por você
Sim, não? E se?
Como diria Djavan, às vezes é mais fácil aprender japonês em braile, do que tomar uma decisão e isto porque decisões implicam responsabilidades, o que quer dizer que é preciso estar preparado para as conseqüências, principalmente aquelas que estão fora das nossas expectativas.
Por mais que doa tomar certas decisões, a dor é um sentimento passageiro, que machuca, e com o tempo desaparece enquanto o arrependimento é uma magoa eterna, que corrói, atormenta, e continua a incomodar ao longo da nossa vida.
Quem nunca se perguntou e se não tivesse sido dessa forma? E se eu pudesse? E se ele (a) quisesse? ... Existem tantos “e se”, e na maioria das vezes esse é o primeiro sinal do arrependimento.
O que é mais fácil, dizer sim ou não uma única vez ou se atormentar com infinitos “e se” pelo resto da vida? Simples, a resposta depende de cada um, porque tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas como já dito por Saint-Exupéry no livro o pequeno príncipe.
A maior questão não é decidir, mas sim reconhecer o que foi feito, é enfrentar de peito aberto a salva de tiros, encarar os fatos e este é, tudo só depende de você.
Por mais que doa tomar certas decisões, a dor é um sentimento passageiro, que machuca, e com o tempo desaparece enquanto o arrependimento é uma magoa eterna, que corrói, atormenta, e continua a incomodar ao longo da nossa vida.
Quem nunca se perguntou e se não tivesse sido dessa forma? E se eu pudesse? E se ele (a) quisesse? ... Existem tantos “e se”, e na maioria das vezes esse é o primeiro sinal do arrependimento.
O que é mais fácil, dizer sim ou não uma única vez ou se atormentar com infinitos “e se” pelo resto da vida? Simples, a resposta depende de cada um, porque tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas como já dito por Saint-Exupéry no livro o pequeno príncipe.
A maior questão não é decidir, mas sim reconhecer o que foi feito, é enfrentar de peito aberto a salva de tiros, encarar os fatos e este é, tudo só depende de você.
domingo, 1 de agosto de 2010
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